Noticias sobre o Documentário

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Há um documentário que desvenda parte da Lisboa romana por debaixo dos nossos pés

O documentário Fundeadouro Romano em Olisipo, de Raul Losada, inclui uma recriação em três dimensões da cidade na época romana. O ponto de partida para o trabalho foi uma notícia do PÚBLICO sobre escavações arqueológicas na Praça D. Luís I.

http://www.publico.pt/local/noticia/ha-um-documentario-que-quer-desvendar-a-lisboa-romana-por-debaixo-dos-nossos-pes-1715785

Jornal OnLine Observador

Olisipo. O vídeo que mostra como era Lisboa no tempo dos romanos
30/11/2015, 11:24    4.501 PARTILHAS
Descobertas arqueológicas feitas na Praça D. Luís I em Lisboa permitiram reconstruir a cidade durante a época romana. O documentário “Fundeadouro Romano em Olisipo” criou as imagens em 3D.

http://observador.pt/2015/11/30/olisipo-video-mostra-era-lisboa-no-tempo-dos-romanos/

Exibição em Ílhavo – Museu Marítimo de Ílhavo, 21 de Outubro.

No dia 21 de outubro, vai ser apresentado no auditório do Museu Marítimo de Ílhavo, no âmbito da programação do seminário anual “Desafios Do Mar Português”, este ano com o tema “Portos, Paisagens Portuárias e Economia do Mar”, o documentário “Fundeadouro Romano em Olisipo – O Porto de Lisboa em Época Romana”.

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Seminário Desafios do Mar Português

O conceito de Seminário Desafios do Mar Português, criado pelo CIEMar-Ílhavo em 2012, tem já lugar bem marcado na agenda nacional de debates sobre a relação de Portugal com o Mar. Numa altura em que se discute a redefinição do “mar português”, numa perspetiva essencialmente económica e geopolítica, continuamos a promover momentos de reflexão e discussão em torno de temas de cultura marítima. Trata-se de temas que pela sua atualidade e centralidade no debate público e pela sua importância histórico-cultural, mostram-se socialmente relevantes para a promoção de uma educação informal e contribuem para a construção cívica de uma cultura marítima.
A IV edição do seminário Desafios do Mar Português será dedicada ao tema “Portos, Paisagens Portuárias e Economia do Mar”. O Seminário contará com a parceria do Centro de Investigação Transdisciplinar «Cultura, Espaço e Memória» (CITCEM) da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e da APA – Administração do Porto de Aveiro, S.A., cujo arquivo histórico em depósito no CIEMar-Ílhavo.
Os portos são elementos de ligação ao mar. Lugares de partida e de chegada, de gentes do mar e de transmissão de culturas. A proximidade de um porto sempre foi motivo de progresso, sendo a sua evolução histórico-social elucidativa do meio envolvente. Mais locais ou mais nacionais, os portos de hoje são elos estratégicos de ligação de vários sectores e agentes privilegiados do desenvolvimento.

Mais informação em: http://www.museumaritimo.cm-ilhavo.pt/

Inscrições: ciemar.mmi@cm-ilhavo.pt com os seguintes dados: nome, profissão, instituição e contactos.
Inscrições abertas até 19 de outubro de 2015

Mensagens sobre o documentário

Mensagens recolhidas da pagina de Facebook do documentário
e emails recebidos sobre o documentário

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Sabia que foi feito com grande profissionalismo e generosidade, mas conseguiu ainda superar as minhas expectativas. Muitos parabéns pelo empenho e pelos resultados, espero que o seu trabalho tenha a divulgação e o sucesso que merece.

Pedro Albuquerque

Foi um evento excelente. Parabéns a todos os que colaboraram neste extraordinário trabalho. O documentário é aliciante, o enquadramento com a cidade é fenomenal, a animação 3D do César Figueiredo é deslumbrante, as reconstituições são simples mas muito interessantes. Gostava muito que tivesse honras de passar na RTP 1 em horário “decente”. Obrigado por remarem contra maré neste país onde a cultura é vista como “um mal menor”. Espero que tenham oportunidade de fazer muitas mais coisas destas.

Jorge Cordeiro

Excelente trabalho. Parabéns a toda a equipa. Pela “sala cheia” se pode constatar que os portugueses estão sequiosos de acções como esta.

Isabel d’Orey Castro

Uma prévia declaração de interesses… O realizador é meu sobrinho e a quem me ligam laços de muito amor e amizade…. Tentando abstrair tal constrangimento; gostei imenso, é um documentário envolvente e bem estruturado; uma excelente mais valia histórica para a melhor compreensão das nossas raízes e da nossa Cidade …

Rui Manuel Coutinho

Dou os parabéns pelo projecto e pela coragem de o levar avante. Gostei muito e adoraria poder ver mais sobre Portugal, temos tanta história e tão poucas iniciativas como esta.

Acho que o seu documentário merece estar em exibição  numa sala de cinema tanto ou mais que muitos dos filmes que lá estão. Acredito que o público possa ser envolvido para o ajudar a desenvolver mais documentários como. Acho que assim como eu, outras pessoas, pagariam um valor para ver o documentário se soubessem que serviria para financiar iniciativas como a sua.

Mafalda Machado

Parabéns a todos que de certa forma contribuíram para este documentário fantástico. A todos uma salva de palmas!

Carla Raposa Martinez

Fomos em contra-relógio de Coimbra para Lisboa para assistir à estreia deste excelente documentário e voltámos sem um único ressentimento por esse esforço. O documentário ‘Fundeadouro Romano de Olisipo’ é uma prova da resiliência desta geração de gente que não admite que o dinheiro seja limitativo para a criatividade, para a produção de produtos culturais ou para a luta por aquilo em que se acredita. Neste caso específico, uma luta que me diz muito, a defesa de um património histórico e cultural livre, sem embargos e, acima de tudo, Público! Um abraço especial ao César Figueiredo pelo excelente trabalho na reconstrução virtual da Lisboa romana. Este é um trabalho de referência para a Arqueologia em Portugal.

Carlos Carpetudo

Obrigado por este Documentário, Raul Losada e a todos os “construtores” deste enorme contributo para o conhecimento do que, no final de contas, faz parte da nossa História! Que hajam mais acções destas! Precisamos disto!!Obrigado!

André Brazio

Gostei muito de assistir ao filme. Parabéns a toda a equipa!!

Fátima Raimundo

Parabéns a todos pelo excelente trabalho.

Alexandra Estorninho

Muitos parabéns pelo magnífico trabalho desenvolvido! Gostei muito de ver o documentário e de testemunhar a riqueza do nosso património histórico. Fiquei muito impressionada com o trabalho árduo que é necessário realizar para se dar a conhecer parte da nossa historia.

Ana Rita Nunes

Gostei bastante, continuem esse belo trabalho. Parabéns!

Ana Paula Nunes

Gostei muito, um belo trabalho de equipa!

José Gaspar

A estreia do Documentário com Lotação Esgotada.

A estreia do documentário “Fundeadouro Romano em Olisipo” no próximo dia 10 de Outubro de 2015 no Museu Nacional de Arqueologia tem a sua Lotação Esgotada.

Lotação Esgotada

Sinopse – Fundeadouro Romano em Olisipo

Fundeadouro Romano em Olisipo

O Porto de Lisboa em Época Romana

Resumo

A surpreendente descoberta de um Fundeadouro romano na Praça D. Luís I, em Lisboa, ocorre durante a construção de um parque de estacionamento.

Este é o ponto de partida de um documentário que nos leva pela história do mais importante porto do império romano no Atlântico.

Em época romana, a praça D. Luís I, junto ao Cais do Sodré, era uma pequena baía onde as embarcações ancoravam, no transporte de carga e passageiros. Os vestígios arqueológicos do Fundeadouro confirmam a utilização deste espaço entre o século I a.C. e o século V d.C.

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Hoje, Olisipo esconde-se debaixo da cidade de Lisboa, mas naquele tempo, chegavam aqui grandes navios romanos oriundos das paragens mais distantes do Império. As ligações comerciais e marítimas fizeram de Olisipo um ponto de passagem obrigatório para as rotas atlânticas de abastecimento dos exércitos estacionados nos limites do Império.

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Pela primeira vez, e através de uma proposta inédita de reconstrução virtual 3D, é possível ter uma imagem de como seria a cidade e o seu porto em época romana.

O filme é uma viagem pela presença romana no porto de Lisboa.

Escavações arqueológicas

Escavações arqueológicas

Sinopse

Uma importante descoberta arqueológica efectuada durante a construção de um parque de estacionamento na Praça D. Luís I, em Lisboa, é o ponto de partida do documentário e o início de uma viagem pelo antigo porto romano de Olisipo.

Pela primeira vez é apresentada uma proposta 3D da imagem que teria a cidade de Lisboa em época romana. As relações marítimas e comerciais da antiga Olisipo são aqui apresentadas recorrendo a ilustração arqueológica e reconstituição virtual 3D.

Reconstituição virtual 3D da cidade romana de Olisipo (Lisboa) por César Figueiredo

Reconstituição virtual 3D da cidade romana de Olisipo (Lisboa) por César Figueiredo

Os trabalhos arqueológicos levaram à descoberta de um Fundeadouro de época romana, datado de entre o século I a.C. e o século V d.C.

Em época romana, a praça D. Luís I era uma pequena baía onde os navios ancoravam, no trânsito de cargas e passageiros, e as mercadorias que transportavam eram por vezes lançadas ao rio, talvez até com o intuito de se libertarem delas.

Da análise dos materiais recolhidos ficamos a conhecer o tipo de relações comerciais e marítimas que Olisipo manteve com o resto do Império, durante mais de 700 anos.

Vestígios arqueológicos recolhidos na praça D. Luís I

Vestígios arqueológicos recolhidos na praça D. Luís I

Aqui chegavam navios oriundos de todos os cantos do Mediterrâneo.

Olisipo era um importante centro de transformação de pescado. Na margem sul do estuário do Tejo existiam várias olarias que fabricavam as ânforas em que eram exportadas as conservas.

Olaria romana da Quinta do Rouxinol, Seixal

Olaria romana da Quinta do Rouxinol, Seixal

O porto de Olisipo era um dos mais importantes de toda a fachada Atlântica. por aqui passava uma rota marítima que, desde o mediterrâneo, abastecia os exércitos de Roma estacionados na Britânia e Germânia Inferior, actuais regiões da Grã-Bretanha e parte da costa norte da moderna Alemanha.

A Inédita Visão de Olisipo

A inédita visão de Olisipo possibilitará a todos uma viagem com quase dois mil anos até ao tempo em que Lisboa foi a “capital” portuária da Lusitânia.

O recurso às tecnologias digitais 3D e a interpretação de todos os dados arqueológicos permitiu realizar o sonho de muitos, abrindo uma janela para a Lisboa romana que jaz debaixo da cidade moderna.

Imagem da praça D. Luis I em época romana. Reconstituição virtual 3D por César Figueiredo

Imagem da praça D. Luis I em época romana. Reconstituição virtual 3D por César Figueiredo

O trabalho de reconstituição realizado por César Figueiredo com a colaboração de vários especialistas vai permitir-nos ter uma visão inédita sobre uma cidade que estava em ligação com todo o império romano, deixando perceber que estava a fundar as bases para identidade marítima que caracterizou posteriormente Portugal.

O porto de Olisipo. Reconstituição virtual 3D por César Figueiredo

O porto de Olisipo. Reconstituição virtual 3D por César Figueiredo

As inúmeras perspectivas e animações 3D da cidade irão certamente deixar todos os olisiponenses orgulhosos do seu passado ao contemplar uma visão nunca antes vista.


					

Olaria romana – A produção de Ânforas

Ao longo dos vários séculos de ocupação romana da cidade de Lisboa existiram fortes ligações entre a produção dos preparados de peixe, com as suas fábricas bem atestadas arqueológicamente na actual baixa pombalina e ao longo do rio Tejo.

Estas fábricas e outras unidades de produção de bens alimentares eram servidas por olarias romanas onde se produziam ânforas para transporte destes bens alimentares para exportação para todo o império.

Olaria romana da Quinta do Rouxinol. Seixal © Todos os direitos reservados / Imagem retirada do documentário.

Olaria romana da Quinta do Rouxinol. Seixal © Todos os direitos reservados / Imagem retirada do documentário.

“As valência portuárias da Lisboa romana são coisas muito complexas, tem a ver com a produção de bens alimentares e de outros que se fazia na própria zona do estuário. Temos as olarias romanas na margem esquerda, as unidades de produção de preparados de peixe na margem direita, temos provavelmente também produção vitivinícola e oleícola aqui na zona grande estuário, portanto estendendo-se a montante até Vila Franca e mais a montante ainda…”

Depoimento de Carlos Fabião retirado do documentário

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O documentário apresenta estas evidências arqueológicas e reconstitui o fabrico das ânforas.

Para melhor compreensão do espectador, promovemos com o auxílio do oleiro tradicional Paulo Franco, a elaboração de ânforas usando métodos muito semelhantes aos de época romana.

Oleiro tradicional Paulo Franco © Todos os direitos reservados / Imagem retirada do documentário.

Oleiro tradicional Paulo Franco © Todos os direitos reservados / Imagem retirada do documentário.

As ânforas que aqui se fabricam seguem em linha com o tamanho e forma das unidades produzidas nas olarias romanas, sendo copias fies das produções lusitanas atestadas nas escavações arqueológicas realizadas na Olaria romana da Quinta do Rouxinol, no concelho do Seixal.

Oleiro tradicional Paulo Franco © Todos os direitos reservados / Imagem retirada do documentário.

Oleiro tradicional Paulo Franco © Todos os direitos reservados / Imagem retirada do documentário.

Agradecemos ao oleiro Paulo Franco e à Olaria Tradicional de Álvaro Silvestre Gomes todas as facilidades concedidas para a realização das filmagens.

 

Documentário “Fundeadouro Romano em Olisipo”

Fundeadouro Romano em Olisipo

O Porto de Lisboa em Época Romana

 

Ao longo dos últimos dois anos, numa parceria com a ERA Arqueologia temos vindo a desenvolver um documentário sobre o porto romano de Olisipo.

O documentário leva-nos numa viagem ao porto romano de Olispo, a Lisboa romana. Uma importante descoberta arqueológica, efectuada durante a construção de um parque de estacionamento na Praça D. Luís I, em Lisboa, é o ponto de partida por uma viagem sobre as importantes relações marítimas e comerciais da antiga Olisipo.

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Os trabalhos arqueológicos levaram à descoberta de um Fundeadouro de época romana, datado entre séculos I a.C. e século V d.C. Este é um local de características únicas no contexto arqueológico da cidade de Lisboa.

Em época romana este lugar seria uma pequena baía onde os navios romanos fundeavam no trânsito de cargas e passageiros, onde deixaram cair ao rio mercadorias que transportavam ou até se libertaram delas.

A análise dos materiais recolhidos no fundeadouro podemos recolher informações das relações marítimas de Olisipo com o Império, a sua relação com as actividades de produção de produtos piscícolas, a olaria romana lusitana na produção de ânforas, a cerâmica fina de importação, os produtos comercializados para exportados e importação pela cidade romana ao longo de meio milénio.

O filme, da autoria de  Raul Losada, é um trabalho, em muito aspectos inédito e inovador no panorama audiovisual português na temática da arqueologia.

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As propostas de ilustração e reconstituição arqueológica virtual 3D foram realizadas por César Figueiredo, tendo por base um vasto  trabalho de pesquisa, consultas  e reuniões, com diversos arqueólogos e especialistas na história da cidade.

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Veja o trailer em:
 

 

O Porto de Lisboa em Época Romana – The Port of Lisbon in Roman Times

Time Land Films • Telf: (+351) 915161112 • TimeLandFilms@gmail.com